É  bastante interessante este pensamento de Oswald Smith:

«Dê-me um líder que  cometa erros mas que chega a algum lugar, ao invés daquele que permanece no velho “sulco”, nunca faz nada errado nem faz coisa alguma acontecer». 

Há que escolher entre a imobilidade e fazer as coisas acontecer. Não podemos esperar um crescimento qualitativo ou quantitativo circunstancial. Temos que o provocar. Isto significa que temos que procurar novos caminhos e virar novas páginas da história do nosso percurso.

Os cristão não são gente parada, à espera de Deus fazer. Cremos que Deus o que dá, dá para fazer. E fazer requer que lutemos contra o nosso comodismo. Para fazer temos que nos mexer; e mexer exige que corramos riscos. E correr riscos significa que podemos errar. Mas é melhor fazer algo mesmo que menos bem,  que nada fazer…

Jesus ensinou-nos a formar discípulos  que formem discípulos, numa cadeia de gerações que se sucedem interminavelmente. “Um discípulo nunca virá pronto”, diz Rene Terra Nova;  há que investir nele. Jesus quando chamou os seus doze discípulos, não os recebeu prontos. Apesar de serem homens com algum conhecimento da lei, todos eles precisavam ser formados pelo Rei. Os seus discípulos tinham as mais  variadas características e limitações. E mesmo depois do tempo passado com Jesus, ainda tinham áreas deficientes nas suas vidas e que mereceram correções do Senhor. 

Para se escolher um discípulo é necessário ser guiado pelo Espírito Santo, com o desafio de cada um deles ter que vir a ser um modelo e referência para outros, com a perspetiva de maximizar o potencial de cada um deles para que, devidamente explorado, possa garantir um retorno de dividendos incontáveis para o Reino de Deus.

Não existem discípulos formados, mas por formar. Os discípulos precisam ser trabalhados de perto. O processo do discipulado é como trabalhar a argila cheia de pedras e a palha. De metal que precisa ser depurado para ser correctamente manuseado. De pedras brutas que precisam de ser trabalhadas para que tenham um precioso brilho e valor. Um discípulo está no processo de aperfeiçoamento e do abandono de hábitos relacionados ao velho homem; precisa deixar alguns embaraços. Discípulos são  homens e mulheres que não tendo plena capacidade, têm plena disponibilidade para serem tratados, curados e ensinados.

“Não andamos à procura de métodos melhores mas de homens e mulheres melhores”. Que morram para o seu “EU, TOMEM A SUA CRUZ E SIGAM JESUS”. “Quando Deus desenvolve nossas qualidades interiores, Ele jamais tem pressa”. 

O processo requer permanência, aperfeiçoamento progressivo  e crescimento!  A nossa medida? A nossa medida é Jesus Cristo!

Os discípulos são aquelas que continuam a obra de Jesus e fazem mover o Reino de Deus. Que pagam o preço com o seu tempo, talentos, finanças, presença, influência e vida crucificada. Foi nos discípulos que Jesus mais investiu, porque sabia que depois da sua partida seriam eles que fariam o que ele tinha ordenado…

Eis-me aqui Rei para te seguir e ser teu discípulo com todo o preço e que isso requer!

Jacinto Rosa.

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